Durante o seu período de anexação da Crimeia, a Rússia construiu a Ponte do Estreito de Kerch, que pela primeira vez conectou a península ao território russo diretamente. A Crimeia foi anexada pelos russos em 2014 em meio a protestos conhecidos como a Revolução Maidan, desencadeados pela recusa do então presidente ucraniano pró-Moscou Viktor Yanukovich de assinar um acordo de associação do país à União Europeia. Os Estados Unidos e o Reino Unido desaprovam a atitude russa, enviando auxílio financeiro para impor as sanções necessárias para que a Rússia retire as tropas da região. Planejamento tributário, reequilíbrio contratual, olho no Mercosul e adesão a regimes aduaneiros são algumas das sugestões de especialistas Segundo o relatório “Market Outlook 2026”, divulgado neste sábado (18), os pedidos devem movimentar cerca de US$ 650 bilhões no período O referendo teve sua legalidade questionada pela comunidade internacional, que alega que a votação foi feita sob condições ilegais e sob pressão militar. Apesar da campanha militar bem-sucedida, a Rússia não conquistou apoio internacional para que a Crimeia fosse reconhecida como parte do território russo.
Nos últimos dias, com a reunião entre Trump e Putin no Alasca e a visita nesta semana de Zelenski à Casa Branca, foi confirmado que o presidente russo colocou como condição para o fim da guerra que a Ucrânia ceda os territórios já ocupados por suas tropas no sul e no leste do país, o que inclui a Crimeia. Mas os ucranianos consideram essa data como o início da invasão em larga escala, já que, desde 2014, a Rússia já tinha anexado a península da Crimeia e travava um conflito de baixa intensidade no leste do país. Com o colapso da URSS em 1991, a península foi mantida como parte da Ucrânia, como uma república autônoma dentro do país, algo que Putin considera ter sido um erro. A Crimeia foi anexada pelo Império Russo em 1783, por Catarina, a Grande, que tomou a região do Império Otomano. A ponte foi vital para promover a invasão em larga escala da Ucrânia depois de fevereiro de 2022, fornecendo caminho rápido e fácil de abastecimento de suas tropas na Ucrânia.
As ações do período repercutem até hoje na região e têm gerado uma escalada na tensão entre Rússia e Ucrânia. As disputas territoriais tão presentes na atual Crimeia tiveram início já no século XV, após o estabelecimento do Canato da Crimeia pelos tártaros e, mais tarde, com a chegada do Império Otomano à região. No século X da era atual, o Reino de Kiev dominou a região, mas logo perdeu sua soberania para outros povos. Atualmente a população russa equivale a 68% dos moradores da região, ucranianos são aproximadamente 16% e os tártaros, 10,6%. Os russos, quase uma década antes da ocupação promovida em 2014, formavam cerca de 60% da população da península. O nome atual é derivado dos tártaros, grupo étnico de origem turca que chegou àquela região por volta do século XIII, formando posteriormente o Canato da Crimeia. Essa península fica no mar Negro e se tornou centro de uma grande disputa geopolítica atual.
{Durante o cerco a Sebastopol, a doença cobrou um pesado tributo às tropas britânicas e francesas, tendo se destacado o heroico esforço de Florence Nightingale dirigindo o atendimento hospitalar de campanha. O Reino Unido, sob a rainha Vitória, temia que uma possível queda da cidade de Constantinopla diante das tropas russas lhe pudesse retirar o controle estratégico dos estreitos de Bósforo e Dardanelos, cortando-lhe as comunicações com a Índia. Como os Otomanos já tinham, anteriormente, dado aos franceses, sob a jurisdição dos franciscanos, a guarda pelos cristãos e por alguns locais sagrados, começou uma tensão entre russos e turcos. Envolveu, de um lado o Império Russo e, de outro, uma coligação integrada pelo Reino Unido, a França, o Reino da Sardenha — formando a Aliança Anglo-Franco-Sarda — e o Império Otomano (atual Turquia). Hoje, após a anexação ao território russo, a complementação da demanda doméstica por energia elétrica tem sido feita pelo país.}
